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O Spotify Sabe De Você

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Se você é usuário do Spotify, você terá uma listagem de músicas que você ouve com regularidade. Com esses movimentos, “falas” pra plataforma de música mais popular, de tal maneira que não apenas conhece a sua idade ou ambiente de casa, bem como de tuas preferências políticas e até já se você é sociável, aventureiro ou prudente. Spotify analisa a atividade de seus usuários -que música ouvem, quando, o quê, padrões de reprodução ainda, que criam listas – para perceber seus gostos e, a partir daí, começar a sugerir.

Como o amo musical é único, a plataforma foi descoberto que o consumo de música fornece pistas sobre a natureza humana. “De todas as coisas que desejamos mensurar com a tecnologia, a música é a mais representativa de nossa personalidade”, explica a Efe o responsável científico de detalhes de Spotify, Brian Whitman.

Especialistas em inteligência artificial, cientistas, músicos e profissionais da sociologia e da psicologia trabalham para perceber o que significa a música pra cada usuário e criar um objeto personalizado. “Nós Somos capazes de achar, com um elevado grau de fiabilidade, coisas de você: claro, sua idade e onde você mora, todavia bem como nuances de teu caráter”, falou Whitman. A título de exemplo, eles conseguem saber se você é sociável, introspectivo ou aventureiro e o tipo de pessoas com as quais se congeniaría.

  • Remover os links que pudessem ter outros recursos ou instrumentos com este
  • Usuário que reporta: Macarrão 12:13 a 24 de setembro de 2007 (CEST)
  • Em torno de dez minutos diários são suficientes pra renovar o ar de uma estadia
  • A busca, ao lado de um modo mais saudável, está prolongando a vida humana
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Também, tuas preferências políticas: o “A música serve para expressar parcialmente sobre nós, mas nós nunca vamos ser capazes de entender a dificuldade de uma pessoa por meio da visão limitada que nos formamos por intermédio de sua atividade musical. Tentamos fazer suposições, no entanto não é sempre que são certeras”, adverte o responsável de objeto da Spotify, Ajay Kalia.

Na plataforma não há 2 usuários, de entre os seus cem centenas de pessoas que compartilham gostos parecidos. Nem as mesmas avaliações sobre isso qual música é contente, lamentoso ou relaxante. Spotify analisa matematicamente suas músicas (tempo, ritmo, etc.), mergulhe pela web e redes sociais para preparar-se o que se escreve sobre o assunto música, há reuniões com os usuários pra saber tuas motivações.

Tudo isto para categorizar adequadamente seu catálogo de 30 milhões de canções. A próxima fronteira, de acordo com o teu responsável científico, é que o serviço “, empreenda as pessoas, em tão alto grau quanto domina de música”. Identificar o que gosta a um usuário é simples, conta Kalia. Outra história é fazer o mesmo com o que não. Nem mesmo que uma pessoa pular de uma pista é um indicativo de que você goste.

Para juntar dificuldade ao quadro, os freguêses nem sempre são honestos: identidade e actividade musical diversas vezes não estão ajeitadas. Ou seja, em ocasiões em que se compartilha em redes de um tipo de música que, na verdade, não se está escutando. Talvez a sua amiga, ao invés de deleitar-se com Bach, está cantarolando a Justin Bieber.

“Temos em razão de há músicas que a gente escuta, no entanto nunca as compartilha, já que não quer ser associada a elas. E o oposto: composições que muito poucos reproduzem, mas vários publicam em redes. É deslumbrante, queremos aprender o que está subjacente a esse posicionamento e fazer com que o algoritmo seja apto de captar se de fato essa música gosta”, diz Kalia. Orvalho Guerreiro, responsável da equipa editorial que elabora listas musicais, trouxe duas grandes conclusões: a de que nós somos muito tolerantes com a música e estamos abertos a descoberta, e que gostamos de conduzir as emoções ao limite. “Há muito desamor, contudo é que sobre isto nós amamos regozijar-nos na preocupação.

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