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Como É Que Fazemos Com Que A Inteligência Artificial Seja Mais Humana?

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Como É Que Fazemos Com Que A Inteligência Artificial Seja Mais Humana? 1

todos neste instante passamos por qualquer coisa desse modo: em um período, estamos buscando um presente para uma criança de 2 anos; ao minuto, aparecem anúncios de fraldas e carrinhos de criança em cada recinto que visitamos. Mas, como poderiam as preocupações a respeito da privacidade e o consentimento informado —embora de inegável importância— nos distrair do que realmente deveria se preocupar com isso?

A análise da fato pessoal com fins publicitários é um problema real. A título de exemplo, se você tem uma pele mais escura, a tecnologia de reconhecimento facial é muito menos precisa do que se eu tivesse uma tez clara. De modo igual, há exemplos de inteligência artificial (IA) que é utilizado para evitar que as mulheres ou idosos possam enxergar certas vagas de emprego on-line. Isso não só viola os direitos humanos das pessoas afetadas negativamente, entretanto bem como mina a confiança da comunidade pela inteligência artificial em geral.

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Uma perda da confiança da comunidade pela inteligência artificial seria desastrosa, pelo motivo de a IA pode ser de grande socorro, não só para a nossa economia, mas também para conseguir que a nossa comunidade seja mais inclusiva. Para cada caso em que a IA causar danos, há assim como um contraejemplo encorajador.

Isto mostra um carácter muito distinto: a partir de aplicativos de smartphones com a tecnologia de IA, que permite a pessoas cegas “ver” o universo que os rodeia, até grandes avanços na medicina de exatidão. Portanto, o nosso estímulo é gerar segurança duradoura no desenvolvimento e exercício de um conjunto de tecnologias realmente apaixonantes, de forma que possamos usufruir as oportunidades e afrontar as ameaças aos nossos direitos básicos.

Infelizmente, esse estímulo se vê prejudicado por um mito danoso, porém generalizado. Este é um fundamento perigosamente falso. Os valores democráticos liberais da Austrália são o seu forte. Isto sugere que introduzir a proteção dos direitos humanos na IA, à quantidade que se desenvolve não só é moralmente exato, no entanto que assim como é inteligente.

Se a Austrália poderá vir a ser conhecida por elaborar uma IA que alcançar o equilíbrio preciso, desejamos obter uma vantagem competitiva. Depois de tudo, nas democracias liberais, os compradores querem os privilégios da IA, com automóveis autodirigidos, melhor assistência médica e de computadores superpoderosas. Todavia, não conseguem ser considerados uma solução intermediária que implique vigilância em massa, a exclusão de grupos inteiros e um acrescentamento da distinção. Então, qual é a solução?

Sabemos que a tecnologia —e especialmente o AI— está se montando a uma velocidade vertiginosa. Também sabemos que nossas leis conseguem ser lentas pra se moldar. Isso faz uma maior pressão a respeito as instituições australianas pra suavizar cada aspereza da IA em maneiras que nos permitam usufruir as oportunidades, sem permitir que os membros vulneráveis da comunidade sejam esmagados.

Várias vozes influentes neste instante solicitaram que uma organização australiana liderança da IA. O Fórum Econômico Mundial e a Comissão Australiana de Direitos Humanos formaram uma população para analisar esse consenso emergente. Em uma declaração conjunta, sugerimos que a Austrália tem que montar a tua estratégia de inteligência artificial sobre isto três pilares fundamentais.

Primeiro, temos que expressar com percepção os valores que necessitam suportar a inteligência artificial pela Austrália: por excelência, os valores da Austrália, como a igualdade ou o tratamento justo. Em segundo território, uma organização australiana, quer seja nova ou existente, tem que ocupar um papel central pela formulação de leis, diretrizes e estratégias de prestação de contas e a promoção de competências em inteligência artificial.

Terceiro, esta organização tem que trabalhar em estreita colaboração com a indústria, o governo e a comunidade pra apoiar o desenvolvimento de tecnologias de IA, que respeitem os direitos humanos. Prontamente, o Fórum Econômico Mundial e a Comissão Australiana de Direitos Humanos estão a celebrar consultas sobre isso estes temas, e elaborou um relatório, Inteligência artificial: governança e liderança, sobre o que estamos convidando você a fazer comentários. Recebemos com felicidade as suas ideias e os grandes contribuições da comunidade por este processo.

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